[1]
C. R. Nichnig e A. C. H. Amorim, “Refletindo sobre os estudos de gênero, feministas e a história pública: possibilidades epistêmicas na fronteira”, Ensino & Pesquisa, vol. 19, nº 1, p. 80–97, maio 2021, doi: 10.33871/23594381.2021.19.1.80-97.