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LABIRINTOS SEM SAÍDA

A TRANSGRESSÃO DAS ESTRUTURAS NARRATIVAS NO MANGÁ KASUTORO SHIKI, DE SHINTARO KAGO

Autores

  • Alexandre Rodrigues da Costa Universidade do Estado de Minas Gerais image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.33871/sensorium.2024.11.9482

Resumo

Neste artigo, analisamos narrativas do mangá Kasutoro Shiki, desenhado e escrito por Shintaro Kago, com o objetivo de entender como o enquadramento, por meio de experiências que o artista realiza sobre os espaços vazios da página, rompe com a coerência entre personagens e acontecimentos, de maneira a deformar o espaço de representação e os corpos que nele estão. Para isso, nos valemos dos estudos voltados para o enquadramento e a linguagem dos quadrinhos de Jacques Aumont, Thierry Groensteen, Scott McCloud e Barbara Postema, assim como de textos de Georges Bataille, Gilles Deleuze e Wolfgang Kayser, para entender como as narrativas de Shintaro Kago se baseiam em processos de heterogenia, desterritorialização e desorientação das imagens.

Biografia do Autor

  • Alexandre Rodrigues da Costa, Universidade do Estado de Minas Gerais
    Professor Doutor das disiciplinas de História da Arte, Teoria e Crí­tica de Arte, do departamento de Disciplinas Teóricas e Psicopedagógicas da Escola Guignard (Universidade do Estado de Minas Gerais).

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Publicado

2024-10-24

Versões

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

da Costa, A. R. (2024). LABIRINTOS SEM SAÍDA: A TRANSGRESSÃO DAS ESTRUTURAS NARRATIVAS NO MANGÁ KASUTORO SHIKI, DE SHINTARO KAGO. Art&Sensorium, 11, 1-21. https://doi.org/10.33871/sensorium.2024.11.9482

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