A Dimensão Espacial como Elemento Expressivo e Estruturante em Fonogramas dos Anos 1950

Autores

DOI:

https://doi.org/10.33871/vortex.2024.12.9084

Palavras-chave:

Dimensão espacial, Campo sonoro, Espacialidade, produção musical, Análise de Fonograma

Resumo

A dimensão espacial de uma obra musical gravada refere-se tanto à interação dos sons com o ambiente onde foram captados quanto à disposição dos elementos gravados no campo sonoro. Com o objetivo de enfatizar a importância da dimensão espacial para a compreensão da produção musical mediada por tecnologias de gravação, este artigo lança luz sobre alguns dos procedimentos técnicos e artísticos utilizados para moldar o campo sonoro, ao mesmo tempo em que propõe uma análise comparativa entre dois exemplos de fonogramas cujos produtores, ao buscarem alternativas para a manipulação da dimensão espacial, romperam com a estética hi-fi, no início dos anos 1950: Good Morning Mr. Echo (1951), de Bill e Belinda Putnam, interpretada por Jane Turzy e Bom dia Mister Eco (1952), versão brasileira da mesma obra, interpretada pelo Trio Madrigal.

Biografia do Autor

  • Gilberto Assis Rosa, Universidade Federal de Goiás

    Gilberto Assis Rosa é doutor em música pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atua como docente, na área de produção musical, no curso de Música Popular da Escola de Música e Artes Cênicas da UFG. Atualmente, pesquisa a dinâmica da produção musical em estúdio a partir de uma perspectiva sistêmica.

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Publicado

06.12.2024

Edição

Seção

Artigo original

Como Citar

Assis Rosa, G. (2024). A Dimensão Espacial como Elemento Expressivo e Estruturante em Fonogramas dos Anos 1950. Revista Vórtex, 12, 1-22. https://doi.org/10.33871/vortex.2024.12.9084

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