Feelings of itinerance: sharing and resignifying

Authors

DOI:

https://doi.org/10.33871/2317417X.2026.23.12160

Keywords:

Focus group, Inclusive education, Itinerant Service

Abstract

This paper presents the results of a focus group conducted with a group of teachers. The objective was to create a space for the participants to express and share their feelings regarding their work in the Itinerant Service provided by the Municipal Center for Specialized Educational Support in a municipality in the state of Paraná. This is a case study, as it describes the activities and the outcomes of the interaction with that specific group of teachers. The focus group was based on artography, a form of inquiry that employs art to reveal the participants' being and doing. The data obtained were analyzed through the lens of Paulo Freire’s theory. The focus group enabled the expression of feelings and opinions while fostering dialogue and active listening. The aesthetics of the Itinerant Service were reimagined through the lens of contradictions and challenges, as well as the dedication and efforts of the participating teachers.

Downloads

Download data is not yet available.

References

Alavarce, C. S. (2009). A ironia e suas refrações: Um estudo sobre a dissonância na paródia e no riso. Editora UNESP. https://books.scielo.org/id/5dcq3/pdf/alavarce-9788579830259-04.pdf

Antia, S., & Rivera, M. (2016). Instruction and service time decisions: Itinerant services to deaf and hard-of-hearing students. Journal of Deaf Studies and Deaf Education, 21(3), 293–302. https://academic.oup.com/jdsde/article/21/3/293/2404249

Anunciação, L. M. R. L. (2017). Ensino itinerante na educação infantil: Investigando as práticas docentes [Tese de Doutorado, Universidade Federal de São Carlos]. https://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/8899

Ataídes, F. B., Oliveira, G. S., & Silva, A. A. (2021). Etnografia: Uma perspectiva metodológica de investigação qualitativa. Cadernos da Fucamp, 20(48), 133–147.

Barros, M. R. de, & Ramos, K. M. C. (2013). Lugar do professor itinerante no processo de inclusão de estudantes com deficiência nas séries iniciais do Ensino Fundamental. In A. Lopes et al. (Eds.), Trabalho docente e formação: Políticas, práticas e investigação: Pontes para a mudança. Centro de Investigação e Intervenção Educativas.

Brasil. (2009). Resolução nº 4, de 2 de outubro de 2009. Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Ministério da Educação. http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf

Brasil. (2010). Nota Técnica nº 09/2010. Orientações para a Organização de Centros de Atendimento Educacional Especializado. Ministério da Educação. https://www.gov.br/mec/pt-br/cne/pdf/resolucoes-do-cne/ceb/2009/rceb004_09.pdf

Brasil. (2013). Nota Técnica nº 055/2013. Orientação à atuação dos Centros de AEE, na perspectiva da educação inclusiva. Ministério da Educação. https://site.mppr.mp.br/sites/hotsites/arquivos_restritos/files/documento/2023-09/notatecnican055centrosdeaee.pdf

Carrión-Martinez, J. J., & Rosa, A. L. (2013). Metodología y recursos del maestro itinerante de audición e lenguage. Journal of Educational Psychology, 11(2), 502–526. https://www.redalyc.org/pdf/2931/293128257010.pd

Cavalcanti, N. C. P. S. (2007). O papel do professor itinerante face à inserção da pessoa com deficiência no ensino regular: Significando e ressignificando a itinerância. [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Pernambuco]. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4592

Cruz, G., Oliveira, M. G., Costa, C. C., Alves, M. A. C., Silva Filho, I., & Lira, R. A. (2025). Atendimento educacional especializado: AEE itinerante em creches e escolas municipais. In Anais do XI Congresso de Educação (CONEDU). https://editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2025/TRABALHO_COMPLETO_EV214_ID9144_TB2940_26102025095058.pdf

Dias, B. (2013). A/r/tografia como metodologia e pedagogia em artes: uma introdução. In B. Dias & R. Irwin (Orgs), A/r/tografia :Pesquisa Educacional Baseada em Arte. UFSM.

Ferreira, N. F. (2023). O papel formador do professor itinerante no contexto da escola inclusiva [Dissertação de Mestrado, Universidade Municipal de São Caetano do Sul]. https://repositorio.uscs.edu.br/server/api/core/bitstreams/f601d255-c468-4989-aaaf-3943f1e96b4f/content

Foster, S., & Cue, K. (2009). Roles and responsabilities of itinerant specialist teachers of deaf and hard of hearing students. American Annals of the Deaf, 153(5), 435–439. https://doi.org/10.1353/aad.0.0068

Freire, P. (2005a). Conscientização: Teoria e prática da libertação. Centauro.

Freire, P. (2005b). Pedagogia do oprimido. Paz e Terra.

Giarolo, M. S. (2024). O serviço itinerante: Diálogos e possibilidades. [Dissertação de Mestrado, Universidade Estadual do Paraná].

Irwin, R. (2013). A/r/tografia como forma de pesquisa baseada na prática. In B Dias & R. Irwin (Orgs.), A/r/tografia: Pesquisa educacional baseada em arte. UFSM.

Martins, B. A., & Chacon, M. C. M. (2019). Autoeficácia docente e Educação Especial: revisão da produção de conhecimento nacional e internacional com ênfase na formação de professores. Revista Educação Especial, 32(70),1–22. https://doi.org/10.5902/1984686X35883

Morris, C., & Sharma, U. (2011). Facilitating the inclusion of children with vision impairment: Perspectives of itinerant support teacher. Australasian Journal of Special Education, 35(2), 191–203. https://doi.org/10.1375/ajse.35.2.191

Muradas, T. S., Vilaronga, C. A., & Zerbato, A. P. (2025). Ação formativa por meio do atendimento educacional especializado itinerante. Educação Unisinos, 29. https://revistas.unisinos.br/index.php/educacao/article/view/28455

Muradas, T. S., & Vilaronga, C. A. (2026). Práticas do Atendimento Educacional Especializado Itinerante da Rede Municipal de Ensino de São Paulo. Revista Educação e Políticas em Debate, 15(1), 1–19. https://doi.org/10.14393/REPOD-v15n1a2026-77273

Nascimento, M., & Brant, F. (1981). Bailes da vida [Música]. In Caçador de mim [Álbum]. Phillips Records.

Paraná. (2016). Deliberação nº 2 de setembro de 2016. Dispõe sobre as Normas para a Modalidade Educação Especial no Sistema Estadual de Ensino do Paraná. Conselho Estadual de Educação. https://www.cee.pr.gov.br/sites/cee/arquivos_restritos/files/migrados/File/pdf/Deliberacoes/2016/Del_02_16.pdf

Paraná. (2018). Instrução nº 2, de18 de dezembro de 2018. Estabelece critérios para organização e funcionamento do Centro de Atendimento Educacional Especializado – CAEE – Área da Deficiência Visual. Secretaria do Estado da Educação. https://www.cee.pr.gov.br/sites/cee/arquivosrestritos/files/migrados/ File/pdf/Deliberacoes/2016/Del_02_16.pdf

Souza, K. (2020). Recomendações para a realização de Grupos Focais na pesquisa q. qualitativa. PSI UNISC, 4(1), 52–66. https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/245366/001129509.pdf?sequence=1&isAllowed=y

Vieira, C., & López, E. (2024). Fortalecendo a Educação Inclusiva por meio do Ensino Itinerante: Um Estudo sobre Apoio Pedagógico e Desafios nas Escolas Brasileiras. Humanidades & Tecnologia, 48. https://doi.org/10.5281/zenodo.11413050

Vygotsky, L. S. (1998). Psicologia da arte. Martins Fontes.

Published

2026-08-25

How to Cite

dos anjos Silva Giarolo, M., & Cunha, R. (2026). Feelings of itinerance: sharing and resignifying. InCantare Journal, 23, 1-24. https://doi.org/10.33871/2317417X.2026.23.12160