Notas para observar
produções de um estágio curricular supervisionado com uma Matemática
DOI:
https://doi.org/10.33871/rpem.2025.14.35.10429Resumo
O objetivo do trabalho consiste em discutir o período de coparticipação das acadêmicas e acadêmicos do curso de licenciatura em matemática de uma universidade brasileira. A partir de notas de aula que perspectivam problematizar as observações em disciplinas de estágio curricular supervisionado, questiona-se: o que e como olhar para a escola? Com estudos oriundos das discussões pertencentes à educação matemática, ao estágio e às filosofias pós-estruturalistas, elabora-se um campo de forças teórico-analítico capaz de variar os julgamentos escolares para pensar o que pode uma aula de matemática quando um estágio curricular supervisionado destaca suas potencialidades ao focar na produção de um material didático-reflexivo (as notas para observar). Acredita-se que tais notas possam contribuir com outras universidades e professoras e professores que, como nós, almejam olhar para a escola no exercício de (re)aprender a estar com ela.
Referências
ANTUNES, A. Eu não vou me adaptar. Go Back (álbum). Titãs. 1988.
ANTUNES, A.; GIL, G. A ciência em si. Quanta (álbum). Gilberto Gil. 1997.
BUARQUE, C. Construção (álbum). 1971.
CORAZZA, S. M.; AQUINO, J. G. (Orgs.). Dicionário das ideias feitas em educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.
CORAZZA, S. M. Currículo e didática da tradução: vontade, criação e crítica. CORAZZA, S. M. (org.). Docência-pesquisa da diferença: poética do arquivo-mar. Porto Alegre: Doisa, 2017, p. 111-133.
CUNHA, A. G. Dicionário etimológico da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Lexikon, 2010.
FANUZZI, S. A parceria entre universidade e escola no percurso formativo do (futuro) professor que ensina matemática. Ensino da Matemática em Debate, São Paulo, v. 10, n. 1, p. 118-141, 2023. https://revistas.pucsp.br/index.php/emd/article/view/55958/42371. Acesso em 30 de out. 2024.
FOUCAULT, M. A ordem do discurso. São Paulo: Edições Loyola, 2014.
FOUCAULT, M. Microfísica do poder. São Paulo: Paz e terra, 2012.
Freire, Paulo. A escola. [S. I.: s. n.], 1989. https://acervo.paulofreire.org/handle/7891/90112 Acesso em 26 fev. 2025
GABRIEL O PENSANDOR. Estudo errado. Ainda é só o começo (álbum). 1995.
LARROSA, J. Esperando não se sabe o que: sobre o ofício do professor. Belo Horizonte: Autêntica, 2018.
LOPEZ, C. E.; TRALDI, A.; FERREIRA, A. C. (orgs.). O estágio na formação inicial do professor que ensina matemática. São Paulo: Mercado das letras, 2015.
MARTON, S. Nietzsche: a transvaloração dos valores. São Paulo: Moderna, 1993.
NIETZSCHE, F. Assim falou Zaratustra. São Paulo: Companhia das letras, 2018.
PIMENTA, S. G. O estágio na formação de professores: unidade teoria e prática? São Paulo: Cortez, 2012.
PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2017.
PROENÇA, M. C. Licenciandos em matemática na regência de aula: análise de saberes docentes a partir da avaliação de professores tutores. Educação matemática pesquisa. V. 14, n 1, 2012, p. 85-103. Disponível em: https://revistas.pucsp.br/index.php/emp/article/view/5911/6830. Acesso em 23 maio de 2024.
SOUZA, I. S.; FERREIRA, R. S. Algumas reflexões sobre a formação inicial do professor de matemática: vivências do estágio supervisionado. Ensino da Matemática em Debate, São Paulo, v. 5, n. 2, p. 127-141, 2018. https://revistas.pucsp.br/index.php/emd/article/view/36716/26577. Acesso em 30 de out. 2024.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2025 Revista Paranaense de Educação Matemática

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.







